Alunas do IEFP visitam o CRID

Grupo de alunos do IEFP a ouvir a Doutora Célia

Um grupo de alunas do curso de ‘Técnicos de Ação Educativa’ do Intituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) visitou o Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) no dia 21 de Maio.

As estudantes viram os equipamentos de que o CRID dispõe e aprenderam sobre a importância dos produtos e técnicas de apoio para a inclusão das pessoas com deficiência.

As visitantes puderam tocar e experimentar alguns materiais de apoio, como por exemplo, documentos em braille criados pelo CRID, jogos de computador ou brinquedos adaptados.

No final da visita, todas os alunas saíram mais enriquecidos, tendo ficado a conhecer produtos de apoio que nunca tinham pensado que pudessem existir e esclarecido algumas dúvidas sobre o funcionamento do CRID.

Universidad de Mayores de Extremadura visita CRID

Grupo da  Universidad de Mayores de Extremadura durante a visita ao CRID a ouvir o Luís falar sobre produtos de apoio

Um grupo de alunos da Universidad de Mayores de Extremadura visitou o CRID no dia 14 de maio, no âmbito de um intercâmbio de uma semana em parceria com o programa IPL 60+.

Os visitantes ficaram a conhecer os projetos desenvolvidos pelo CRID, bem como a importância da existência de formas de promover a inclusão de pessoas com deficiência, doenças ou incapacidades.

A viagem, de 14 a 19 de Maio, contou também com diversas atividades e idas a museus e monumentos da cidade e região de Leiria, como por exemplo, um seminário de gastronomia e vinhos ou uma visita ao Mosteiro da Batalha.

No final, ficou a ideia de uma viagem diversificada onde a inclusão também teve lugar.

Alunos da EPAMG visitam o CRID

Alunos da EPAMG a ver documentos escritos em braille

Um grupo de alunos dos cursos de Técnico de Apoio Psicossocial e de Acompanhante de Crianças da Escola Profissional e Artística da Marinha Grande (EPAMG) visitou o CRID no dia 11 de Maio.

Os estudantes receberam uma visita guiada onde foi transmitida a importância de uma comunicação inclusiva. O grupo viu as diferentes ferramentas e equipamentos de que o CRID dispõe. À medida que foram passando pelas diferentes “estações”, puderam experimentar alguns recursos, tais como jogos de computador, controlos acessíveis e até documentos escritos em braille.

Sendo os alunos de áreas de estudo em que existe grande probabilidade de se virem a cruzar profissionalmente com pessoas com deficiências e/ou dificuldades cognitivas, torna-se ainda mais relevante o contacto com ferramentas de inclusão na fase de formação.

No final, os jovens ficaram esclarecidos sobre algumas dúvidas que tinham sobre produtos de apoio e ficaram a conhecer ferramentas de que nunca tinham ouvido falar.

Em suma, os alunos tiveram uma experiência enriquecedora que os vai ajudar no futuro, não apenas nas suas vidas profissionais, mas também pessoalmente.

Everyone a Changemaker

Doutora Célia durante a sua participação nos 'Ashoka Talks' no evento Everyone a Changemaker
Célia Sousa, coordenadora do Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) participou nos ‘Ashoka Talks’ do segundo dia do ‘Everyone is a Changemaker’, um evento que consistiu na apresentação de projetos de empreendedorismo social.
O evento realizou-se entre os dias 7 e 9 de Maio, em Lisboa, Leiria e Porto, respetivamente. ‘Everyone a Changemaker’ teve como promotores o Instituto Politécnico de Leiria, a Universidade Católica Portuguesa, a Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti, a Fundação Montepio, a Ashoka e o Instituto Padre António Vieira.
Cada dia incluiu workshops de manhã e ‘Ashoka Talks’ à tarde, em que os oradores contaram com 10 minutos para apresentar os seu projetos, utilizando um estilo parecido aos ‘Ted Talks’, o que conferiu um ambiente informal e fez com que os convidados pudessem ser criativos, favorecendo o interesse da plateia.
‘Juntos pela inclusão’ foi a expressão chave da comunicação de Célia Sousa, que teve o objetivo de mostrar como é que o CRID, que começou como um “sonho”, se tornou no “farol da inclusão de Leiria”. Foram abordados os projetos que o Centro de Recursos para a Inclusão Digital já criou, bem como as necessidades e a falta de resposta por parte da sociedade que ainda existem. No final, foi transmitido que, apesar de haver um longo caminho a percorrer, o “sonho” ainda persiste e o CRID vai continuar a fazer tudo aquilo que conseguir para tornar a sociedade mais inclusiva.
Os outros oradores também apresentaram projetos de esperança, inclusão e inovação social, desde escolas que estão a criar formas diferentes de abordar os currículos, a projetos de inclusão de estrangeiros, daltónicos ou até mesmo reclusos.
Alguns dos palestrantes fazem parte da rede internacional de “Ashoka Fellows”, que inclui empreendedores sociais que passaram por um processo em que, pelo seu valioso contributo à sociedade, foram eleitos para fazer parte desse grupo.
Porém, para conseguir fazer mudanças é necessário transmitir a ideia a quem tem o poder de a ajudar a tornar realidade. Daí, se ter abordado a importância de possuir o máximo possível de ligações com pessoas relevantes. O ideal é existir uma rede de contactos onde cada pessoa conhece vários indivíduos de diferentes áreas profissionais, grupos sociais, entre outras categorias. Desta forma, é mais fácil conseguir atingir os objetivos de empreendedorismo social.
Este evento foi uma oportunidade de conhecer outros projetos, nacionais e internacionais, e dar a conhecer o CRID, para que no futuro exista uma sociedade mais justa e inclusiva, onde todos se sentem parte dela e podem desenvolver o seu potencial.

3º Encontro Sobre Inclusão Em Contexto Escolar

Imagem com mãos com sorrisos a representar pessoas, incluindo uma em cadeira de rodas. Tem as seguintes palavras: 3º Encontro sobre Inclusão em Contexto Escolar.
Decorreu nos dias 21 e 28 de Abril o “3º Encontro Sobre Inclusão Em Contexto Escolar”, que consistiu em seis painéis temáticos onde foram apresentados e discutidos os seguintes temas:
• Enquadramento Legal da Educação Inclusiva: o que há de novo?
• Modelo de Intervenção Multinível
• Desenho Universal para a Aprendizagem
• Flexibilidade Curricular e Equipas Multidisciplinares
• Normas Transitórias e Centros de Apoio à Aprendizagem
• Agrupamento de Escolas da Batalha
• Agrupamento de Escolas de Colmeias
• Potencialidades dos cães de assistência ajuda social
• Conceitos, Razões e Caminhos para uma Educação Inclusiva
• Associação Portuguesa de Musicoterapia
• Qualidade de Vida:Gestão da Mudança e Mudança da Consciência!
• Programa de Educação Afetivo-Sexual “Átomo”
• E se entrasse numa livraria e pedisse um livro mi«ultiformato?
• Projeto All Dance
Durante o encontro fomos brindados por dois momentos culturais: uma boysband da CERCILEI e a peça de teatro “A Tasca do Tio Gonçalo” da APPDA e do grupo Leirilena Teatro.
O curso teve como destinatários docentes, técnicos (psicólogos, terapeutas, assistentes sociais), assistentes operacionais, encarregados de educação e população em geral, sendo que o pessoal docente/ não docente das escolas/agrupamentos teve a formação creditada pelo CCPFC e pela DGAE.

Workshop “Comunicar é possível para todos”

Painel de Oradores
“Comunicar é Possível para Todos”. Foi esta a principal mensagem que se pretendeu passar no workshop que se realizou no dia 18 de Abril no auditório 2 da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Leiria (ESECS). A iniciativa partiu do núcleo de Educação Social e tinha como objetivo angariar dinheiro para os alunos comprarem trajes académicos. O Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) não pôde deixar de participar.
O workshop abordou temas como a comunicação acessível, a língua gestual portuguesa e o braille, tendo como oradores a doutora Célia Sousa, o Dr. Luís Vicente e o Dr.Renato Coelho.
Para a doutora Célia Sousa, as pessoas “não precisam de dizer uma palavra para comunicar”. Só em Portugal existem mais de 68 000 indivíduos que não utilizam a linguagem verbal.
As formas alternativas de linguagem não são apenas destinadas a quem nasce com alguma deficiência. São também úteis para os turistas que não dominam a língua, para desenvolver a linguagem das crianças pequenas ou até mesmo para os idosos que têm baixa visão, demência ou baixa escolaridade.
No caso dos portadores de deficiência, estas ajudas vão permitir que se tornem mais autónomos porque podem comunicar as suas próprias ideias, escolhas e opiniões.
Se alguns produtos de apoio são caros, existem alternativas que se podem utilizar, como por exemplo miniaturas, objetos do dia a dia ou até mesmo cartões com pictogramas feitos em casa.
A maior dificuldade, no entanto, prende-se com a sociedade. A maior parte dos locais públicos não é inclusivo e alguns dos produtos de apoio, principalmente os que trabalham com som são ainda mal vistos pelas outras pessoas. Por essa razão, muitos portadores de deficiência sentem-se inúteis em relação aos outros e têm uma vida pouco ativa.
No entanto, têm começado a aparecer materiais inclusivos nalguns espaços públicos, que visam promover uma sociedaade inclusiva, em que todos fazem parte, independentemente das diferenças. Um exemplo é o Mosteiro da Batalha que tem um itinerário inclusivo que também conta com imagens em relevo, pictogramas e braille.
Comunicar de forma inclusiva não prejudica quem não necessita de ajudas, mas é uma grande mais valia para uma sociedade mais justa.

Formação Externa 2018 – Instituto Nacional para a Reabilitação, IP (INR, I.P.)

O Instituto Nacional para a Reabilitação vai realizar formação em seis áreas diferentes relacionadas com a deficiência:
• Acessibilidade;
• Atendimento a pessoas com deficiências;
• Intervenção Técnica na deficiência e inclusão;
• Promoção de Direitos;
• Sensibilização/Educação;
• ONGPD;

Haverá um total de 708 horas de formação, divididas por 77 ações.

Quem são os principais destinatários?
• Técnicos/as e dirigentes da administração pública central, regional e local
• Responsáveis e técnicos/as de atendimento
• Profissionais de organismos dos setores públicos, privado e cooperativo com intervenção, direta ou indireta, nos processos de inclusão e participação das pessoas com deficiência
• Pessoas com deficiência suas famílias e pessoas significativas
• Dirigentes e técnicos/as de ONGPD
• Assistentes Pessoais de Pessoas com deficiência
• Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa
• Professores/as, formadores/as e outros agentes de educação e formação
• Estudantes e investigadores/as, em especial do ensino superior e politécnico

Local de realização
No INR,I.P. e, sempre que possível, noutras regiões do território nacional

Como se pode inscrever?
As inscrições podem ser realizadas online, enviando a ficha disponível no site do INR, I.P. com uma antecedência de 5 dias úteis antes do início da ação.

Para mais informações, consulte o site do INR e descarregue o plano de formação.

Reitor da Universidad de las Fuerzas Armadas ESPE visita o CRID

Visita do Reitor da Universidad de las Fuerzas Armadas ESPE – Equador.

Jornadas Supera 2017

O CRID esteve presente nas Jornadas Supera 2017, que se realizaram no Porto.

CRID no Dia Mundial da Criança com voluntários de Educação Básica

No passado dia 1 de junho, o CRID esteve presente no Estádio Dr. Magalhães Pessoa em Leiria, nas comemorações do Dia Mundial da Criança. Alguns alunos do curso de licenciatura em Educação Básica colaboraram connosco na dinamização das várias atividades. “Vem sentir a diferença” foi o nome escolhido para a nossa oficina de trabalho.