Alunos de Educação Básica visitam o CRID

Grupo de alunos do curso de Educação Básica a ouvir a explicação do Luís sobre o CRID

Um grupo de alunos da Licenciatura em Educação Básica da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria (ESECS) visitou o CRID no dia 24 de maio.

Apesar de alguns dos estudantes já conhecerem o CRID, a visita ajudou a aprender ainda mais sobre o seu funcionamento e a esclarecer algumas dúvidas existentes.

No final, ficou uma certeza: se, no futuro, um destes alunos se cruzar profissionalmente com uma criança com deficiência, vai saber que existem possibilidades de melhorar a sua comunicação e, consequentemente, promover a sua inclusão na sociedade.

Alunas do TESP Intervenção em Espaços Educativos Visitam o CRID

Grupo de alunas do TESP Intervenção em Espaços Educativos a ouvir o Luís explicar o funcionamento do CRID

Um grupo de alunas do Curso Técnico Superior Profissional em Intervenção em Espaços Educativos vistitaram o CRID no dia 23 de maio.

As estudantes da ESECS ficaram a conhecer melhor o espaço do CRID, bem como os produtos de apoio disponíveis.

Durante a visita, foram colocando várias questões, o que demonstrou o seu interesse pelo tema da inclusão.

No final, ficaram mais esclarecidas sobre como atuar caso venham a trabalhar com crianças com deficiência.

Alunos da EPAMG visitam o CRID

Alunos da EPAMG a ver documentos escritos em braille

Um grupo de alunos dos cursos de Técnico de Apoio Psicossocial e de Acompanhante de Crianças da Escola Profissional e Artística da Marinha Grande (EPAMG) visitou o CRID no dia 11 de Maio.

Os estudantes receberam uma visita guiada onde foi transmitida a importância de uma comunicação inclusiva. O grupo viu as diferentes ferramentas e equipamentos de que o CRID dispõe. À medida que foram passando pelas diferentes “estações”, puderam experimentar alguns recursos, tais como jogos de computador, controlos acessíveis e até documentos escritos em braille.

Sendo os alunos de áreas de estudo em que existe grande probabilidade de se virem a cruzar profissionalmente com pessoas com deficiências e/ou dificuldades cognitivas, torna-se ainda mais relevante o contacto com ferramentas de inclusão na fase de formação.

No final, os jovens ficaram esclarecidos sobre algumas dúvidas que tinham sobre produtos de apoio e ficaram a conhecer ferramentas de que nunca tinham ouvido falar.

Em suma, os alunos tiveram uma experiência enriquecedora que os vai ajudar no futuro, não apenas nas suas vidas profissionais, mas também pessoalmente.